Vacina desenvolvida para galinhas poderá ser a prevenção contra o coronavírus

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Pelo mundo vários países tentam desenvolver vacinas contra o coronavírus, inclusive o Brasil, que através do Laboratório de Imunologia do Instituto do Coração da Universidade de São Paulo (USP) aposta na estratégia de usar partículas semelhantes a vírus (VLPs), que, por serem parecidas a vírus, são facilmente reconhecidas pelo sistema imunológico, mas sem ter DNA de vírus. As partículas serão inoculadas com antígenos de coronavírus, que fazem o organismo produzir anticorpos, ou seja, uma resposta imunológica que, espera-se, seja capaz de desencadear uma resposta imune ao coronavírus real.

Israel também apresentou uma possível solução. Um grupo de pesquisas vinha trabalhando em uma vacina contra a Bronquite Infecciosa das Galinhas que também aparece na espécie dos Faisões, e agora conseguiram fazer adaptações para que a “receita” seja utilizada contra o COVID-19.

Os pesquisadores afirmaram que em fevereiro, num lance de sorte, fizeram uma importante descoberta que permitiria ajustar a vacina que já existe, acelerando muito o desenvolvimento. O anúncio foi de que os testes em humanos começariam em oito a 10 semanas, com a expectativa de que a vacina esteja disponível em um prazo de 90 dias.

Foram feitos ajustes genéticos que permitiram a adaptação da substância para uso em humanos.

A estrutura científica da vacina é baseada em um novo vetor de expressão proteica, que forma e secreta uma proteína solúvel quimérica, a qual entrega o antígeno viral nos tecidos da mucosa por endocitose auto-ativada, fazendo com que o corpo forme anticorpos contra o vírus.

Segundo o chefe do grupo de cientistas israelitas, o conceito básico foi desenvolver uma tecnologia geral e não uma vacina específica para esse ou aquele tipo de vírus.

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